Duro de Matar 4.0 - Eletrizante!
Voltei! E desta feita para compartilhar a enxurrada de emoções que o filme "Duro de Matar 4.0" oferece. Ao pensar na era da informática que vivemos, instrumento recente, mas tão poderoso, e assistir a esse filme, dá medo! Literalmente. Medo do que pode acontecer no mundo através deste sistema que interliga as mais diversas áreas da vida.
O roteiro deste filme leva-nos a imaginar o que pode acontecer com o planeta e isso em pouco tempo. O caos que um hacker pode provocar sem sair de casa, é passível de nosso controle. Será que não existe uma forma controlar um ataque de uma monta como esta imaginado o que o filme mostra isto se vier a acontecer?
A nossa realidade já pode mostar um pouquinho disso: quando vamos à nossa agência bancária e e o "caixa" diz: não é possível ver sua conta pois o sistema paralizou, isso nos leva à irritação. Imaginemos todo um país paralizado em seus mais diversos aspactos, como foi feito. Em três etapas eles conseguiram provocar a paralização quase total dos EUA. Desde o trânsito, tráfego aéreo, ferrovias, ainda mais, o sistema provocava pânico geral. O objetivo maior era o coração do sistema financeiro. Assim como existem hackers do mal os do bem estão aí para impedir que um mal maior possa acontecer, como no caso do filme.
Claro que sendo um filme é possível nos sentirmos aliviados, mas é possível sim, que o terrorismo virtual possa ser uma das ferramentas, ou mesmo a "ferramenta" que vai provocar o "apocalipse".
Assistir a esse filme sem se emocionar é impossível. A ação e as possíveis destruições levam a gente a ficar com o coração eletrizado do começo ao final. Não existe possibilidade de não ficar impactada. O filme convida à reflexão.
Léo Lima
Escrito por leo lima às 10h39
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Pinçando palavras
Ao assistir o programa Conexão Roberto D´Avila, de primeiro de junho, na TV Brasil em que o entrevistado foi o jornalista e escritor português Miguel Sousa Tavares deparei-me com a expressão “pinça as palavras”.
Miguel, filho de Sophia de Mello Breyner, uma das mais importantes poetas portuguesas, formou-se em Direito, mas trocou a advocacia pelo jornalismo e pela literatura.
É um dos jornalistas mais famosos e controvertidos de Portugal. Colunista D´O Jornal Público e da Revista Máxima, e comentarista da RTP – a rádio e televisão portuguesa – é dono de opiniões fortes e trava polêmicas em vários campos. Como autor é diversificado, Miguel Sousa Tavares escreveu romances baseados em reportagens e fatos históricos, livros sobre viagens e crônicas, conforme sua biografia divulgada no programa.
O seu livro mais famosos é Equador, um best seller que vendeu só em Portugal mais de 230 mil exemplares e que está sendo lançado agora no Brasil. Ele está no país para lançar o seu novo livro – Rio das Flores.
Durante a entrevista, Miguel Sousa Tavares falou sobre a sua mãe, sobre seu novo livro, em que ele mergulha no Salazarismo, Franquismo e Getulismo. Comentou também sobre a técnica que usa para fazer um grande romance e que terminar um livro disse ele: “é libertar-se de uma prisão.” Apesar de só escrever por prazer.
Quando tratou sobre o mundo da escrita no Brasil disse que “Os brasileiros trabalham muito bem esta língua que cá puzemos” para ele no Brasil escreve-se muito bem, desde obras literárias até o jornalismo que considera muito rico.
Fiquei feliz em me deter nesta entrevista e imaginar a arte de pinçar as palavras que equivalem a um cuidadoso processo de escolher aquilo com que se vai comunicar, não em um nível acima do culto nem abaixo, visto que cada palavra é um signo que traz vários significados e conseguem invadir de forma suave a alma do leitor.
Léo Lima
Escrito por leo lima às 12h20
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Foto: Tamyris Araújo
Brincadeira que virou trabalho
Em tempos em que a grande dificuldade é conseguir um emprego, Igor Pucci, 24 anos, natural de Araçatuba, SP, tem um salário de mais de R$ 9.000,00 somente na atualização do seu blog, “comecei brincando, colecionando e enviando fotos cômicas do orkut aos meus amigos”, afirmou.
Em entrevista à turma do 5 Semestre de Jornalismo do UniToledo Igor, criador de sites, formado em Ciências da Computação e pós-graduando em Economia, trabalha com internet desde o ano de 2001, falou que freqüentava o fórun na Internet e retirava fotos que enviava aos seus amigos e um dia resolveu criar o blog “Pérolas do orkut”. Divulgou entre os amigos no MSN. Logo passou a ter 30 mil acessos diários. Ele atualiza o blog diariamente. A postagem das fotos é feita após a rasura do rosto.
Igor utiliza fotos curiosas e engraçadas. Devido à demanda ele logo precisou de um servidor mais potente ele fez contato com anunciantes que, devido ao acesso e repercussão do blog, conseguiu várias empresas que acataram sua proposta. Desde então ele precisou se dedicar inteiramente e fazer deste “lazer” uma atividade profissional. Afirmou que sempre retira uma foto do blog se solicitado.
Ele recebe milhares de fotos e de cada 100 seleciona 5 para publicação. Sabe distinguir quando uma foto é montagem e só coloca aquelas que mais o agradam.
Igor já criou outros sites dentre eles webrecados.com, com 3 mil acessos e o muv.com.br, com 15 mil acessos diários.
Falando a respeito do usuário da internet ele afirma que, especialmente, o usuário do orkut ou msn são pessoas das classes c e d e são usuários que de qualquer forma estão se incluindo digitalmente, e isto é bom de alguma forma.
Igor Pucci foi tema de reportagem na revista Info, e no Jornal O Estado de São Paulo. Na sua juventude ele tem grande experiência profissional na área que mais cresce, o mundo virtual.
Léo Lima
Escrito por leo lima às 10h32
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Corra para a vida e viva! Léo
Correndo para a vida
O título foi oriundo a uma exclamação de uma vizinha logo de manhã quando pessoas transitavam apressadas em sua rua como que para não perder a hora do trabalho.
Interessante é a reflexão que esta exclamação provoca em nós. Como se a vida fosse resultado do trabalho e vice-versa. Ou se só existisse vida após trabalho. Mas se entrarmos nos orifícios das palavras: “correndo para a vida” é possível imaginar a vida de uma pessoa que não pode trabalhar. Ela deve sentir-se como em uma prisão. Só em pensar na possibilidade de não poder correr para o trabalho assusta.
Ainda existe uma outra coisa boa em trabalhar: o prêmio. Mesmo quando a recompensa é composta de simples palavras para expressar uma admiração por algo que fizemos. Tantas vezes é possível contemplar, a olhos nus, o resultado do nosso trabalho, proporcionando-nos um grande bem estar. O lavrador pode descortinar, quando tudo vai bem, o resultado de seu trabalho que torna a terra mais alegre, mais festiva antes da colheita! Em casa, é estar tudo limpinho, mesmo que logo seja desfeita esta arrumação pela alegre bagunça dos familiares. No trabalho secular, uma boa remuneração que vai mostrar que todos os esforços e sacrifícios pelo qual o trabalhador passou, foram apreciados. Quando a recompensa chega ela trás o mesmo resultado da semente quando lançada na terra: de nascer e crescer, germinar e produzir frutos.
Portanto, a corrida para a vida passa por estes mesmos estágios: nascer, crescer, germinar e produzir frutos. Correr para a vida, trabalhar, é mais que estar vivo. É viver uma vida plena. Absoluta!
Léo Lima
Escrito por leo lima às 17h49
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Para um momento de reflexão, Léo
Ascendência
Na longa escalada Buscando alucinada O quê? Nada? Nesta busca constante De galgar num instante Posições importantes. É o Eu que predomina Na ínfima, Pequenina Criatura, Que tateando procura Subir, Subir às alturas Saltando todos os muros. O olhar fito no escuro Acha-se muito segura... Sem perceber o pedrisco Tal, nos olhos, o cisco Que a fará vacilar, Oscilar, Cair! Como o alpinista Que luta, Se arrisca Na louca conquista, Quando volta à pista Ao indagar-lhe alguém: - Venceste a escalada? - Que nada! - Que te fez retornar? Abrindo a palma da mão Um pedrisco Quase um cisco!!!
Léo Lima
Escrito por leo lima às 16h43
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Reminiscências...
Amil Edram
As palavras não faladas,
As promessas não cumpridas,
Os deveres esquecidos,
As saudades escondidas...
As lembranças revividas,
Dos castigos já sofridos,
Dos carinhos já perdidos,
As agruras já vencidas...
Os sonhos bons revividos,
As dores reintensificadas,
As tristezas redobradas,
Os olhos umedecidos...
As sombras,
Os sonhos,
O prazer,
O passado,
O presente,
O futuro,
O orgulho,
A fama,
A glória,
O mundo,
A honra,
O obscuro...
As frases soltas, as zangas,
Os sorrisos, os gestos, os trejeitos,
Os conselhos, os castigos, palmadas,
As canções de ninar desafinadas...
As orações balbuciadas,
O coração opresso de cuidados,
Os cabelos desgrenhados,
As mãos frias, calejadas,
Passos trôpegos, cansados,
Os cabelos encanecidos,
Um turbilhão nos sentidos...
A compreensão, a humildade;
A justiça, a bondade;
O perdão;
O amor;
A síntese;
O tudo;
O nada;
MÃE!
Poesia escrita por meu pai, Manoel Rodrigues de Lima
Para todas as mães - Léo Lima
Escrito por leo lima às 19h50
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Minha essência, meu tudo
Hoje, dia 09 de maio, data em que as pessoas pensam mais nas mães, esse pensar se expressa na corrida às lojas de presentes e nos momentos de confraternização que acontece no “Dia das Mães”.
Se formos procurar conhecer como se sente um filho é possível ter respostas como: “minha mãe é minha essência, minha base de tudo” afirmação de Ester Leão, aluna de jornalismo no UniToledo. É através de sentimentos como este que se consegue avaliar o que vai no coração de um filho.
Entretanto, na minha experiência como mãe, posso afirmar que essa essência é uma afirmação que ainda não consegue definir o que sente uma mãe. Ela sente-se dentro do filho e sente sua dor. Ela pode sorrir e se desesperar ante as emoções vivenciadas por um filho.
Quando Deus quis definir seu amor por todas as pessoas Ele disse no livro do profeta Isaías, no capítulo 49, verso 15, que diz: “Pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” Este verso bíblico, nos aponta duas realidades: o amor de Deus e o amor de mãe. Deus é o sustentador da nossa vida, o ajudador que não nos desampara jamais; e a mãe expressa esse amor aqui na terra. Com este versículo Deus mostra quão grande é o amor de mãe a ponto de compará-lo ao Seu amor. Cremos que é para que pudéssemos ter uma medida diante das nossas limitações sobre este incomparável amor que o nosso Deus tem por suas criaturas.
Desta forma é possível denominar que o amor de mãe é como essência, como tudo!
Se Deus comparou seu amor, mesmo que colocando condições humanas para este sentimento, é possível pensar na grandiosidade do amor de mãe – minha essência. Meu TUDO!
Léo Lima
Escrito por leo lima às 09h42
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Alf rroba
Quero falar hoje com e sobre a pequena letra que inicia o nosso alfa-beto. Ela mostra que pode nominar-se. Você é demais!
É possível fazer uma viagem desde ela até ela mesma. Na forma cursiva ela é feita com um círculo, uma bola, um aro... É possível lembrar que um círculo pode percorrer caminhos não imaginados. Ela percorre as mais variadas estradas.
Entretanto, uma das coisas fundamentais é que, para se ter a letra “a” é necessário colocar um braço estendido, só assim ela é. Senão é apenas a letra “o”. Mas ao pensar em um braço estendido é possível visualizar uma pessoa oferecendo alguma coisa à outra. Desde um copo de água até uma mão fazendo afagos...
Ela é o princípio. Sem ela não seria alfabeto. Ela inicia. Principia. Começa. Pode-se vê-la amando. Cantando. Acalentando. Ela entra nas palavras transformando-as, fazendo-as compreensíveis. A vida é escrita com muitas delas. Amor é outra palavra que ela contribui para a sua formação. Oração. Nascimento. Mas quando se fala de fim ela não entra. Morte. Corte, também não.
Segundo o professor de Latim da Universidade de Chicago, Berthold L. Ullman, desde a idade média quando escribas começaram a enlaçar num só traço a preposição AD, que significa: para, cerca, em, os copistas da época criaram vários símbolos para economizar pergaminho que tinha um preço alto e pouco tempo do seu laborioso trabalho.
Foi então que ela, a letra “a”, recebeu uma auréola que a reveste e a torna capaz de coisas quase inacreditáveis no mundo virtual. Ela é a @ - 1. Antiga unidade de medida de peso, equivalente a 32 arráteis, ou seja, 14,7kg, aproximadamente. 2. Unidade ainda usada no Brasil, como medida de peso de produtos agropecuários, equivalente a 15kg; arroba métrica. 3. Nome do sinal gráfico @, originalmente símb. da arroba (1 e 2), empregado, entre diversos outros usos, em endereçamento eletrônico, como separador entre a identificação do usuário e a designação da rede a que pertence sua conta (Dicionário Aurélio – Século XXI) - Quando ela entra a coisa se movimenta. Consegue ser quase tão veloz como o pensamento. Você clica e ela viaja através de milhares de quilômetros com sua rapidez própria. E, quase sempre, chega ao destino.
Isso será motivado por este carinho ao qual ela é circundada? Este abraço que enlaça a letra “a” torna-a capaz de percorrer caminhos nos quais a imaginação não penetra. Ray Tomlinson, programador norte-americano, que desde o ano de 1971 resolveu fazer o primeiro envio do correio eletrônico. E usou a arroba com esta finalidade especial. É possível imaginar o que passou na mente deste jovem de 30 anos, no momento de experimento, para conseguir que este sinal especial pudesse ser reconhecido e tivesse sua forma definida de encontrar o destinatário daquela mensagem, especificamente? Hoje tudo parece muito simples.
A @, alfa (início) tem como ômega (fim), o destino da mensagem postada. Ou enviada. nome@algumacoisa.com.
Um e-mail, quando tem objetivo definido, que não só propaganda, vale tanto quanto uma carta, uma conversa ao pé do ouvido, um afago no ego... Assim, principiar a falar através das teclas do computador é tão importante quanto usar letra “a”. Falar mesmo que de forma pouco convencional. Ah! E agora! Qual é o final? Ela é o começo! Como terminar? Como fechar? Ela Falaa... Falaaa... Falaaaa!!!
Fonte de consulta:
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/conhecimentos-gerais/simbolo-arroba.php
Léo Lima
Escrito por leo lima às 19h15
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Veja a pequena luz do vagalume, que esta magia possa contagiar seu dia. Léo
Lá Perto de Casa
- "Vagalume tem tem. Teu pai tá qui, tua mãe também!" Era total alegria Quando todos correndo Em grande folia Sempre concorrendo Procurando tocá-lo, Querendo segurá-lo. Brilha mais todo olhar Infantil, Quando passas Todo gentil, Pequeno pirilampo! Gostas do campo. Em um ascender E apagar constante Surpreendes com Teu vôo razante, Ligeiro. Estás aqui. Mas, logo adiante Faceiro... Matreiro! Brincas com os olhares. Os pesares De muitos que te querem Não te importa. É que, se te pegam, te ferem! É assim a felicidade Aos nossos olhos. Quando está nas proximidades, Os nossos abrolhos Não nos deixam Contemplar sua luz, Segurar seu capuz. Ele se apresenta E de improviso Adejante se ausenta. Pirilampo, como anjo, Tens asa. Voas, aqui, alí, Lá perto de casa! A felicidade esvoaçante Passa na rasante Lá perto de casa!...
Léo Lima
Escrito por leo lima às 10h32
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Verde que te quero ver
O título é bastante conhecido. E hoje, ao percorrer algumas ruas da cidade de Araçatuba, meu olhar e pensamento se fixaram no VERDE! O verde que nos circunda que na verdade é pouco do que se necessita, para que o mundo fique melhor, mas ainda assim, belo!
O pensamento desliza sobre a formação desta cor: - é, ela necessita de duas cores para ser. Para existir. Ser verde só acontece na fusão do azul com amarelo, assim como outras tantas cores que necessitam da fusão de cores. Mas o verde nos dá lições preciosas.
A primeira que se percebe é no resultado da união que dela surge e que tem como significado a esperança. Esperar sem um motivo visível ou mesmo um motivo palpável, desanima. Mas esperança deve ser um sentimento que todas as pessoas deveriam desfrutar.
Na segunda razão de sua fusão poderíamos refletir sobre o que acontece neste universo que vivemos, individualista por natureza, cada um entra no seu mundo e faz de conta que vê e ouve o outro. A fusão de idéias, de sentimentos, de curiosidades, de aspirações, até de ilusão. É mera utopia. Isto se as pessoas realmente pensassem ou melhor, aspirassem viver numa interação real. Pode-se perceber então que este verde não se pode ver.
Como seria o mundo se o repartir palavras, repartir olhares, repartir sorrisos, repartir uma migalha de atenção, fosse uma realidade? Será que assim a carência que cada criatura possui poderia ser mitigada, nesta fusão de idéias e ideais que se frustram antes mesmo de se unir?
Nas diversas nuances do verde é possível descortinar uma bela paisagem. Que paisagem é possível descortinar desde o meu e seu olhar? Como interagir com aqueles que se nos opõem gratuitamente?
Vale um desafio: VERDE... que te quero... VER!!! VER-DÊ-QUE-TE-QUERO-QUERO-VER, VERDE!!!
Léo Lima
Escrito por leo lima às 16h29
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Coragem é uma questão de atitude
Para Marcela e Márcio, blogueiros, "coragem é uma questão de atitude!" Palavras que foram ditas quando questionados sobre o expor-se quando se bloga. Eles mostraram o quanto é importante viver, sem timidez, o mundo virtual.
Em entrevista coletiva para a turma do 5º Semestre de Jornalismo Diurno, em 11 de abril de 2008, Marcela Nobre Cruz, 20 anos e Márcio da Silveira Bracioli, 21 anos. Blogueiros desde 2001 e 2002, respectivamente, são jovens apaixonados pela arte de postar mensagens diárias e semanais em seus blogs.
A Marcela que já é escritora da revista Capricho gosta muito de escrever sobre os mais variados assuntos; desde comentários sobre filmes até seus momentos como: alegria, tristeza, indiferença, revolta... Ela é visitante de dezenas de blogs e é visitada por outras tantas pessoas. Marcela é autodidata nesta arte e acredita que os comentários são sempre uma resposta boa ou não sobre o que posta. Através da atividade de blogar ela já fez muitos amigos e pensa que este mundo virtual é um mundo sem limites.
Márcio é um blogueiro sem tantas pretensões. Ele gosta mesmo é de escrever sem a preocupação do que vai acontecer e passa para o papel o que lhe vem à cabeça. Não é um blogueiro diário e mesmo assim brinca com a prancheta que tem diante de si no mundo virtual. Ele gosta de blogs com assuntos definidos, mas passeia por diversos e um dos seus prediletos é o do Zeca Camargo. Acredita que para se criar e manter um blog é necessário ter coragem. A pessoa expõe o que pensa sobre os mais diversos acontecimentos.
Marcela e Márcio, dois jovens que desde muito cedo aprenderam a navegar neste fantástico mundo virtual, ela aos 13 anos e ele desde seus 14 anos. Ambos encontram no texto que escrevem uma forma de desabafo, de colocar para o mundo o que estão sentindo e encontram a resposta nos comentários que recebem. É aí que percebem o quanto as pessoas se identificam com os seus sentimentos.
Para a Marcela seu blog é o seu sonho realizado. Nele ela emprega pelo menos duas horas do seu dia. Sua liberdade e tranqüilidade desafiam outras pessoas a mostrarem o que pensam.
Márcio e Marcela são exemplos para serem observados por todos nós. Visto que, Blogar, é com eles mesmos!
Léo Lima
5º Semestre de Jornalismo Diurno
Escrito por leo lima às 09h26
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Palavras
Palavras. Palavras... Vãs. Inesprimíveis. Que muito falam, E pouco dizem. Inesgotáveis São as palavras. E calam Pouco expressando... O EU oculto Não devassando. E como vulto Indefinido, Desconhecido, Elas prosseguem Na louca ânsia Que a fragrância Será exalada, Que doce canto Entoado, Que mesmo o pranto Estancado, Que a saudade Amenizada, Que a orfandade Confortada, Que o verbo amar Conjugado. Ansiar... Vagar... Tudo pretensão Das palavras... Que ostentação!!! O que sente um coração Não se exprime Com a razão! Não se define! E cada pulsação Retine Como suaves notas Executadas, Seguindo rota Cadenciada. Cala-te palavra Da minha boca. Já soa ôca... Que o meu coração Somente, Em vibração Que não mente, Através da minha mão Fale docemente PALAVRAS... De otimismo, Sem pieguismo! De paz, Que tudo refaz! De amor Que é o penhor Da vida REDIMIDA!!!
Léo Lima
Escrito por leo lima às 12h14
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A r a ç á
Araçatuba é uma cidade centenária
Este é um ano especial para a cidade de Araçatuba. Esta cidade que teve seu nome originário de uma fruta saborosa, o Araçá, adotou o gado como sua principal fonte de renda.
Ao comemorar seu primeiro centenário, através de vários eventos, a cidade do boi gordo, mostra que tem um sorriso gigante. Até as ruas estão recebendo uma nova roupagem. Pena que nem sempre o trabalho é bem feito.
Eu, quero destacar algo que sinto falta nesta cidade promissora, e que estou refletindo há muito tempo, isto é a ausência de espaços para recreação. Só existe, na verdade, o “Jardim Zoológico” que está convidativo, mas nem tanto assim. Lugares para se fazer uma caminhada, onde as crianças possam brincar, os jovens jogarem uma “pelada”, voleibol ou mesmo andar de bicicleta...
Venho de Lugares onde esta realidade é colocada como uma das prioridades na administração. Cuiabá/MT e Campo Grande/MS. Em Campo Grande, especialmente, a administração pública tem grande preocupação em oferecer aos seus moradores uma recreação sadia. E Araçatuba? O que está faltando? Como festejar em qualquer momento uma data única sem um local onde seus moradores possam estar “em casa”? Parques que possam apenas deleitar aos que o contemplam. Além de oferecer uma recreação saudável é possível ter-se novos relacionamentos ao caminhar junto a alguém que não se conhecia...
Que tal a administração que vive o centenário, valorizar esta área e construir parques recreativos em que uma população trabalhadora possa ter seu lazer semanal?
Léo Lima 
5º Semestre de Jornalismo - UniToledo
Escrito por leo lima às 15h38
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Para sentires as notas dissonantes que por acaso te visita...
Não Permitas
Não Permitas que tua vida
Viva só e repartida.
Que tua chegada ou a partida
Façam destroços! E em pedaços
Ela se murche desfalecida!
Não mais permitas que o descaso
Que brandamente bate ao acaso
Fazendo uso em todo caso,
E te enriquece mesmo com atraso
Trazendo mágoas por teu marasmo!
Não! Não permitas que quando a rosa
Aquela flor tão preciosa
Ao ver de perto meiga, chorosa
Passes somente...
E seu perfume
Sem mais sentí-lo.
Sobes ao cume
Buscando outro rumo!
E daquela flor, só restou o nada
Que comparado à vida é o tudo desejado!
Não te permitas que bruscamente
Sem que te lembres do mal somente
Veja forçado, aço forjado
Fazendo a vida ser ultrajada
Mostrando apenas as destoadas
Canções sem coro, desafinadas...
Não te permitas passar somente,
Como se passa só por acaso,
No faz de conta que já não sentes
As maravilhas de ser contente!
Não te permitas que só os males
Sejam razão para passares
Todos os dias sem alegria,
Todas as horas em nostalgia,
Toda uma vida só, arredia...
Não! Não te permitas que a dor,
Seja prenúncio de muito amor,
Ele é forte, mas o dissabor,
Vem por acaso rente c’a morte.
Ela dói muito, muito mais forte
Que do amor qualquer brusco corte!
Se por acaso, o acaso te visitar
Falando da vida e sua alegria
Corras depressa! Te contagia!!!
Não permitas que a felicidade passe
Sem a sentires, sem que te abrace.
Ela é muito mais que disfarce.
Ela é a brisa que te refaz,
É um nada que satisfaz!
Oh! Não permitas que ela Passe!!!
Não te permitas passar a Vida,
Passar apenas sem ter vivido!...
Escrito por leo lima às 13h07
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Amigos, Bom dia! Cheguei. Desta feita para compartilhar algumas notícias que estão fervilhando na mídia. Espero poder falar de alguns sentimentos que adentram em meu interior. Para isso somente com seu prestígio ao ler e interagir comigo.
O que é liberdade de Imprensa? Democracia???
A mídia está fervendo com vários acontecimentos nestes últimos dias. Entretanto, aconteceu um fato novo. O Tribunal Superior Eleitoral deu um parecer técnico em que proíbe aos candidatos às próximas eleições municipais utilizarem da preciosa ferramenta que é a internet, com a finalidade de angariar votos a não ser em sites registrados: “A resolução do TSE para as eleições deste ano define somente que o candidato deve registrar no tribunal uma página na internet para sua campanha. O endereço desse site deve conter o nome e o número do candidato.” São estas as recomendações do Supremo.
Neste documento é vedado o uso de blog e outras ferramentas que qualquer simpatizante possa manter por determinado candidato. A multimídia mais democrática tendo cerceada sua liberdade deixa-nos atônitos! Por que o TSE não pensa que é melhor ter algo de forma facultado do que proibido? O cercear, por cecear, provoca atitudes que não são ideais. O parecer do Supremo diz que: "o que não é previsto por lei é proibido". É estranho este conceito pois a partir do momento que não se prevê determinada prática pode-se partir da premissa que a omissão é que predomina. Portanto, uma brecha existe para que a prática seja uma realidade.
Estamos vivendo momentos em que a liberdade de imprensa é real. Por que ofuscar esta mágica com resoluções que não premiam a forma ampla e total desta prática? Toda e qualquer forma de tolher a comunicação deve ser bem pensada. Viver a liberdade é poder falar o que se pensa de forma ampla, irrestrita e com responsabilidade. Defender as idéias de determinados candidatos também é parte disso.
Léo Lima 5º Semestre de Jornalismo - UniToledo
Escrito por leo lima às 09h06
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